Mónica de Miranda é uma artista visual, cineasta e investigadora portuguesa/ angolana. A sua prática, interdisciplinar e baseada na investigação, observa criticamente a convergência de políticas, género, memória, espaço e história. Recorre ao desenho, instalação, fotografia, cinema, vídeo e som, posicionando o seu trabalho na fronteira entre ficção e documentário. Investiga estratégias de resistência, geografias de afeto, narração de histórias e ecologias do cuidado. É fundadora do Hangar (2014), centro de arte e investigação em Lisboa. Representou o Pavilhão Portugal na La Biennale di Venezia 2024, enquanto artista e co-curadora do projecto Greenhouse.