Extraterritorialidade da Toxicidade apresenta uma pesquisa sobre toxicidade gerada artificialmente e os seus efeitos em corpos humanos e não-humanos. Esta exposição visa fomentar compreensão sobre as narrativas que rodeiam paisagens tóxicas, assim como os regimes regulatórios e de propriedade que as permitem, a fluidez da contaminação e os seus efeitos na paisagem, arquitetura e ecologia circundantes. A exposição utiliza o Douro como um caso de estudo. Apresenta o rio como um arquivo fluído, um repositório de memórias e sistemas vivos que estabelecem as relações pós-naturais.
Com o apoio da Royal College of Art (Londres)