Do olhar de Augusto Brázio sobre o território e gentes de Torre de Moncorvo resultam imagens que reforçam a percepção de pertença do ser humano no ecossistema envolvente. A narrativa visual criada evoca uma espécie de energia barroca, através de fortes contrastes e cores intensas, numa metáfora que explora a ruralidade na sua delicadeza e força, na sua história e quotidiano, da cartografia à corporalidade e suas materializações.